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F.A.Q.
Perguntas e respostas - Fibras
Ópticas
1. Porque utilizar fibra óptica?
Quais são suas aplicações?
O uso crescente da fibra óptica vem mudando dramaticamente
o mundo das telecomunicações. Ao longo de todo o planeta,
a fibra óptica vem substituindo os cabos convencionais de
cobre, como os cabos "pares trançados" e os cabos
coaxiais.
As fibras ópticas possuem várias aplicações.
Dentre elas destacamos, geração de imagens, iluminação,
sensores e telecomunicações. A Telcon comercializa
exclusivamente fibras otimizadas para comunicações.
Atualmente, fibras ópticas para telecomunicações
podem ser encontradas em toda parte. Muitas operadoras de telefonia
de longa distância, assim como, operadoras locais e empresas
de TV à cabo, possuem sistemas instalados com base em fibras
ópticas. A maior quantidade de fibra instalada para a comunicação
global pode ser encontrada em sistemas submarinos e cabos submersos
no oceano conectando os cinco continentes.
Muitas empresas de geração de energia elétrica
estão instalando fibras para substituir os antigos sistemas
de microondas de baixa capacidade.
Concessionárias de rodovias também utilizam fibras
ópticas, criando assim as chamadas "rodovias inteligentes",
as quais oferecem serviços como cobrança automática
de pedágio e informações em tempo real sobre
o tráfego.
As fibras ópticas também podem ser encontradas em
redes internas de computadores de alta velocidade (LANs).
O uso de fibras ópticas por operadoras de longa distância,
assim como operadoras locais e provedores de redes de acesso vêm
se tornando cada vez mais comum devido às vantagens significativas
das fibras ópticas.
As fibras ópticas também são muito utilizadas
por empresas que querem agilizar a comunicação no
campus corporativo. Atualmente, redes corporativas de alta velocidade
conectam com segurança e robustez os sistemas corporativos,
reduzindo o tempo de comunicação entre departamentos
e aumentando o fluxo de informação entre a mesa do
funcionário e a central de armazenamento de dados.
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2. Quais as vantagens das fibras ópticas sobre os cabos
de cobre?
Os cabos "pares trançados" e os cabos coaxiais
estão rapidamente sendo substituídos por fibras ópticas
por diversas razões.
Através das fibras ópticas, um sistema de comunicação
possuirá uma maior capacidade de transmissão de informação
ou largura de banda (largura de banda é uma medida da capacidade
de uma fibra óptica transmitir dados). Além de uma
maior largura de banda, as fibras ópticas podem transmitir
dados numa velocidade muito maior e são de fácil instalação.
Uma primeira razão para o uso de fibras no lugar dos cabos
de cobre é a perda na potência do sinal transmitido.
Os sinais que são transmitidos através de uma fibra
óptica experimentam menor atenuação (ou perda
da potência dos sinais) e, portanto, podem viajar por distâncias
muito maiores. Mesmo para distância relativamente curtas,
as fibras ópticas ainda se sobressaem aos cabos de cobre
mais avançados.
A velocidade, taxa e capacidade de transmitir informação
de uma fibra óptica é maior que qualquer sistema baseado
em cabos de cobre. De outra maneira, podemos dizer que a fibra óptica
transmite muito mais informação, em taxas muito maiores
e por distância muito maiores.
Um par de fibras ópticas, cujo diâmetro pode ser comparado
com o de um fio de cabelo, pode transmitir 2.5 milhões ou
mais de chamadas telefônicas ao mesmo tempo. Um cabo de cobre
com a mesma capacidade teria um diâmetro da ordem de 6 m!
Além disso, as fibras ópticas são mais fáceis
de serem instaladas. Nas cidades mais populosas, a infra-estrutura
já instalada para cabos de cobre não oferece mais
espaço para a adição de novos cabos. Comparado
com os cabos de cobre, os cabos de fibra óptica são
mais leves, resistentes e de fácil instalação.Além
disso, para sistemas de mesma capacidade, os cabos de fibras exigem
muito menos conexões.
Se instalada corretamente, as fibras ópticas sofrem menos
deterioração do que os fios de cobre. As fibras ópticas
são mais seguras e reduzem significantemente os custos com
manutenção. As fibras ópticas também
são imunes a radiação eletromagnética.
Dessa maneira, os sinais propagados não sofrem interferências
de geradores elétricos, motores, linhas elétricas
de alta potência, relâmpagos que freqüentemente
são causadores de ruídos nas linhas de transmissão
baseadas em cabos de cobre.
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3. O que é uma fibra
óptica e como ela funciona?
A fibra óptica é um guia de onda dielétrico
na forma de um filamento flexível, comparável a um
fio de cabelo, feito com vidro de alta pureza. As fibras ópticas
são capazes de transmitir informações na forma
de luz. A fibra óptica é formada basicamente por um
núcleo de vidro (onde a luz é guiada) e uma casca,
também feita de vidro, que ajuda a dar uma maior resistência
mecânica à fibra. A diferença no índice
de refração do vidro e casca é tal que a luz
fica confinada dentro do núcleo segundo os princípios
da reflexão interna total da luz. A fibra é protegida
por uma cobertura plástica (acrilato).
O núcleo típico de uma fibra óptica varia
de 8 a 62.5 µm. O uso específico de uma fibra depende
do diâmetro de seu núcleo.
O diâmetro da casca pode ser qualquer um, mas comercialmente,
a indústria tomou como padrão o valor de 125 µm.
Da mesma forma, o valor do diâmetro externo da cobertura de
acrilato é da ordem de 245 - 250 µm.
Os dois elementos básicos
de uma fibra óptica são o núcleo e a casca.
O núcleo é a parte da fibra onde a luz viaja, enquanto
a casca, que cerca o núcleo. A diferença entre o índice
de refração do núcleo e a casca é menor
que 0.5 %, sendo que o núcleo possui o maior índice.
A luz que se propaga no núcleo quando atinge a interface
com a casca é refletida novamente para o centro do núcleo
ficando dessa forma aprisionada pelo princípio da reflexão
interna total.
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4. Quais são os tipos
básicos de fibras ópticas?
Existem dois tipos básicos de fibras ópticas: fibra
monomodo e fibra multimodo. A luz numa fibra óptica monomodo
só pode viajar num único modo. Já nas fibras
multimodo, a luz pode se propagar em diversos modos possíveis.
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5. O que é Modo?
Os modos de propagação são "caminhos"
específicos por onde a luz pode viajar dentro do núcleo
da fibra. Matematicamente, um modo é uma das diversas soluções
das equações de Maxwell para a propagação
da luz em meios dielétricos.
A luz pode viajar dentro da fibra por um único caminho possível.
Nesse caso a fibra é denominada monomodo. Fibras que permitem
a propagação da luz em diversos modos são denominadas
de fibras multimodo.
O modo em que a fibra viaja depende da geometria da fibra, do perfil
de índice de refração da fibra e do comprimento
de onda da luz.
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6. O que é dispersão?
Geralmente a luz que propaga numa fibra óptica é
injetada na forma de um pulso. Ao longo da propagação,
os pulsos ópticos vão se espalhando, ou alargando
temporalmente. Esse fenômeno é conhecido com dispersão.
A dispersão faz com que os pulsos cheguem ao final da fibra
com uma largura maior do que a inicial.
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7. Quantos tipos de fibras monomodo
existem? Quais são suas aplicações?
Atualmente podemos classificar
as fibras monomodos em três grupos : fibras monomodo convencionais
ITU-T G.652 (Standard Monomode Fiber - SMF), fibras de dispersão
deslocada ITU-T G.653 (Dispersion Shifted Fiber - DSF) e fibras
de dispersão deslocada não nula ITU-T G.655 (Non Zero
Dispersion Shifted Fiber - NZDF).
As fibras ITU-T G.652 foram as primeiras a serem construídas.
Esses tipos de fibras foram otimizadas para operarem na janela de
1310 nm. Para sinais nesse comprimento de onda, as fibras convencionais
apresentam dispersão nula e baixa atenuação.
Praticamente todos os sistemas de comunicações do
início da década de 1980 possuíam fontes que
operavam nesse comprimento de onda. Esse tipo de fibra vem sendo
fabricado desde o início dos anos 80 e é o tipo de
fibra monomodo mais instalada no mundo inteiro. Apesar de estar
otimizada para operação em 1310 nm, essa fibra também
permite a operação na janela de 1550 nm, quando a
dispersão não é um fator limitante para o sistema.
No meio da década de 80, surgiram os primeiros amplificadores
a fibra dopada com érbium (AFDEs). Esses amplificadores são
capazes de amplificar sinais em torno de 1550 nm, coincidentemente
a mesma região espectral onde as fibras apresentam a menor
atenuação possível. Por essa razão,
foi interessante migrar a região de operação
dos sistemas de 1310 nm para a região de 1550 nm, onde os
amplificadores poderiam ser utilizados e como conseqüência
os sistemas poderiam cobrir distâncias muito maiores. Por
esse motivo, foram desenvolvidas as fibras ITU-T G.653. Essas fibras
possuem dispersão nula na região de 1550 nm, i.e.,
um sinal com comprimento de onda em 1550 nm propagando nessa fibra
não sofrerá os efeitos da dispersão. Somando
o efeito nulo da dispersão, com o mínimo de atenuação
e o uso dos AFDEs, os sistemas baseados em fibras de dispersão
deslocada puderam cobrir distâncias nunca antes imaginadas.
Para sistemas que utilizam apenas um único canal (único
laser), as fibras ITU-T G.653 são excelentes. No entanto,
a utilização de apenas um único canal não
é o melhor aproveitamento da largura de banda de uma fibra
óptica. Mais recentemente, no início da década
de 1990, surgiram os sistemas WDM (Wavelength Division Multiplexed),
que consistem na utilização de diversos canais numa
mesma fibra óptica. Com isso, os sistemas tiveram a capacidade
total de transmissão multiplicada. Quanto maior o número
de canais utilizados, maior a capacidade agregada do sistema. Contudo,
ao se aumentar o número de canais na fibra também
se aumenta a potência luminosa total dentro da fibra. Dado
que o núcleo da fibra é muito pequeno, a intensidade
da luz dentro do núcleo também é muito maior
o que torna o sistema susceptível ao aparecimento dos efeitos
não-lineares. Os efeitos não lineares ocorrem em qualquer
tipo de fibra óptica. Especialmente nas fibras DS, onde a
dispersão é nula, esses efeitos ocorrem com muito
mais intensidade. O efeito não-linear mais conhecido é
o Four Wave Mixing (FWM), ou mistura de quatro ondas. Esse efeito
faz com que dois ou mais canais se misturem gerando sinais em outros
comprimentos de onda. Esses sinais gerados agem com ruído
para o sistema, tornando inviável a recepção
dos sinais. Por esses motivos, a produção das fibras
DS foi descontinuada por muitos fabricantes, que em seu lugar, desenvolveram
as fibras ITU-T G.655 chamadas de fibras de dispersão deslocada
não-nula (NZDFs). As NZDFs, são atualmente as fibras
mais avançadas para aplicações em telecomunicações.
A diferença entre as DSFs e as NZDFs é que as ultimas
apresentam uma pequena dispersão suficiente para evitar os
efeitos não lineares, mas ainda pequena o suficiente para
não causar penalidades no sistema pelo alargamento dos pulsos.
As fibras NZDs podem ser encontradas comercialmente apresentando
tanto dispersão positiva ou negativa na região de
1550 nm e são uma evolução das fibras DS. A
Telcon não utiliza fibras DS em seus cabos dado que as mesmas
não são mais fabricadas.
A aplicação das fibras monomodo vão desde
sistemas de ultra-longa distância (~1000 km), como os sistemas
submarinos e terrestres, assim como os sistemas de telefonia regionais,
acesso e serviços de TV a cabo (~100 km).
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8. Ao escolher uma fibra monomodo,
quais os principais parâmetros devo levar em consideração?
As fibras monomodo são utilizadas em aplicações
cuja distância típica pode variar de algumas dezenas
até alguns milhares de kms. Por isso, os parâmetros
da fibra responsáveis por efeitos cumulativos são
mais importantes que os demais. Por isso, os principais parâmetros
a serem observados são a atenuação e a dispersão.
A atenuação faz com que a potência dos sinais
ópticos que viajam pela fibra vá diminuindo com a
propagação. Essa perda de energia é causada
principalmente pela absorção das moléculas
que constituem o vidro e o valor depende do comprimento de onda
dos sinais utilizados. Uma fibra típica, apresenta atenuação
de 0.2 dB/km em 1550 nm e 0.35 dB/km em 1310 nm. Mais recentemente,
novos sistemas passaram a exigir a especificação em
outros comprimentos de onda como 1383 nm e 1625 nm. Fibras que apresentam
atenuação em 1383 nm menor que 0.4 dB/km são
denominadas fibras de "baixo pico d'água". Esse
tipo de fibra é uma evolução das fibras monomodo
convencionais e já se tornaram padrão no mercado.
Assim como o valor da atenuação, a dispersão
da fibra é fator decisivo no desenho de um sistema. A dispersão
causa o alargamento dos pulsos (bits) causando erros no receptor.
Uma fibra SMF possui dispersão nula em 1310 nm e uma dispersão
entre 17 -18 ps/nm.km em 1550 nm. Uma fibra NZD positiva ou negativa,
possui dispersão em módulo entre 4 - 7 ps/nm.km em
1550 nm.
Uma outra fonte de dispersão
é o PMD (Polarization Mode Dispersion). O PMD surge devido
a dependência do índice de refração da
fibra com a polarização da luz. Essa dependência
existe por que durante o processo de fabricação, a
fibra sofre variações de tensão que por sua
vez causam uma birrefringência no núcleo. Como a polarização
da luz na fibra não é mantida constante, os pulsos
acabam se alargando porque diferentes porções da luz
experimentam diferentes valores de índice de refração.
Geralmente esse efeito é pequeno e só é um
fator limitante para sistemas de alta taxa (> 10 Gpbs). Os valores
típicos de PMD estão entre 0.1 - 0.3 ps/Ökm.
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9. Quantos tipos de fibras multimodo existem? Quais são
suas aplicações?
Podemos encontrar no mercado dois tipos de fibras multimodo: fibras
MM com núcleo de 50 µm de diâmetro e fibras MM
com núcleo de 62.5 µm de diâmetro.
A diferença entre as fibras monomodo e as fibras multimodo
é que estas possuem núcleo de diâmetro muito
maior permitindo a propagação da luz em vários
modos.
As fibras multimodo não podem ser utilizadas em aplicações
cujas distâncias ultrapassem 2 km. O fator que limita a distância
na utilização dessas fibras é a dispersão
modal. Esse tipo de dispersão só ocorre nas fibras
multimodo. Quando um pulso óptico é injetado numa
fibra multimodo, diversos modos de propagação são
excitados fazendo com que partes do pulso percorram caminhos diferentes
na fibra. Assim, as componentes do pulso que viajaram nos modos
de menor distância chegarão ao final da fibra mais
rapidamente que as demais, causando um grande alargamento no pulso.
A distância máxima permitida para o uso de uma determinada
fibra multimodo depende da largura de banda da fibra e da taxa de
transmissão utilizada.
As principais aplicações das fibras multimodo são
as redes internas de computadores (LANs) e demais aplicações
de curta distância como as redes corporativas e Data Centers.
Os sistemas que utilizam fibras multimodo, geralmente possuem LEDs
(600 - 850 nm) ou VCSELs (tipo de laser mais simples e barato com
operação em 850 nm ou 1300 nm) como fonte luminosa.
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10. Ao escolher uma fibra multimodo, quais os principais parâmetros
devo levar em consideração?
Para as fibras multimodo, os principais parâmetros a serem
considerados são o diâmetro do núcleo e a largura
de banda. No mercado, encontramos fibras multimodo com núcleo
de 50 µm ou 62.5 µm.
A largura de banda de uma fibra multimodo é medida em MHz.km
e depende do núcleo da fibra. Geralmente as fibras de 50
µm apresentam maior largura de banda que as fibras de 62.5
µm. Esses valores estão tipicamente entre 200 - 400
MHz.km para as fibras multimodo de 62.5 µm e entre 300 - 2000
MHz para as fibras 50 µm.
Algumas fibras multimodo apresentam perfil de índice otimizado
para a operação com fontes laser ou VCSELs. Essas
fibras foram desenvolvidas levando em consideração
as diferenças nas fontes transmissoras. A luz de um LED se
espalha muito mais pelo núcleo da fibra, de maneira que falhas
no perfil de índice da fibra não representam grandes
problemas. No caso de um laser ou um VCSEL, a luz se concentra principalmente
na região central do núcleo, o que torna as variações
no perfil de índice próximo ao centro do núcleo
mais preocupantes. Essas fibras são fabricadas com um controle
mais rigoroso do perfil de índice e podem apresentar larguras
de banda da ordem de 4000 MHz.km. Estas são as fibras ideais
para aplicações de alta taxa como as chamadas redes
Gigabit Ethernet.
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11. 50 µm ou 62.5 µm?
Qual fibra multimodo escolher?
A escolha entre os dois tipos de fibra multimodo depende mais da
compatibilidade entre os equipamentos do sistema como conectores
e racks do que com alguma aplicação em especial.
Apesar das fibras de 50 µm terem sido as primeiras a serem
desenvolvidas, foram as fibras de 62.5 µm que tomaram inicialmente
a liderança no mercado. Esse fato ocorreu porque há
algumas décadas, um bom acoplamento ou conexão entre
fibras ainda era um desafio. Como as fibras de 62.5 µm possuem
um núcleo maior, as conexões e emendas eram facilitadas.
Apesar disso, as fibras de 50 µm se tornaram os padrões
em países como Alemanha e Japão.
Hoje em dia, acoplamento e emendas de fibras multimodo não
são mais desafios para o instalador. Por essa razão
e por apresentar maior largura de banda, as fibras de 50 µm
deverão brevemente se tornar o padrão mundial de fibra
multimodo.
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